Operação de R$ 2 bilhões para aquisição do Banco Master pelo BRB gera críticas, suspeitas de irregularidades e revolta entre parlamentares. servidores públicos e na população do DF Enquanto equipamentos públicos essenciais, como o Centro Administrativo Vivencial e Esportivo do Guará (CAVE), enfrentam abandono e falta de manutenção, o Banco de Brasília (BRB), controlado pelo Governo do Distrito Federal, anuncia uma controversa operação para adquirir 58% do capital total e 49% das ações ordinárias do Banco Master, uma instituição privada com sede em São Paulo e histórico de fragilidade financeira. A transação está avaliada em R$ 2 bilhões e tem provocado indignação entre parlamentares, entidades sindicais e órgãos de fiscalização. A negociação, anunciada no dia 28 de março, ainda depende da aprovação do Banco Central (BC) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). No entanto, os questionamentos já se multiplicam. O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) abriu inquér...
Em 2021, próximo à campanha eleitoral para sua reeleição, o atual governador do DF, Ibaneis Rocha, esteve na Feira do Guará, comeu pastel e prometeu recuperar os 13 mil metros quadrados do telhado da Feira da nossa cidade. Além do telhado, estavam previstas manutenções em todo o espaço. Havia a promessa de recuperação dos banheiros, com melhorias nas instalações, pisos internos, área verde, alambrados e corrimãos, além de reparos em outros pontos prioritários. Contudo, o que foi entregue à população foi um trabalho incompleto e mal executado. O banheiro feminino, por exemplo, teve apenas uma "saia" na bancada da pia, sem qualquer outra reforma substancial. No banheiro masculino, as caixas de descarga foram trocadas por válvulas, mas o trabalho não passou de uma mudança simples e sem maior impacto. Quanto ao telhado, a promessa de aplicação de Poliureia foi substituída por uma manta que não serviu nem para amenizar o problema. A resina aplicada no piso também não teve o aca...